Empresas de TI lideram o ranking mundial de melhores empresas para se trabalhar

Postado em 02. nov, 2011 por em Vida no trabalho

A Microsoft é a melhor empresa do mundo para se trabalhar, de acordo com o ranking elaborado pelo The Great Place to Work Institute, que mantém a empresa norte-americana no topo da lista das multinacionais onde os funcionários são mais felizes. Na verdade, as quatro primeiras colocadas da lista foram todas da área de TI: SAS, NetApp e Google, com a FedEx completando as Top Five, mostra reportagem publicada pelo site da Time. (confira o ranking de 2011 das 25 melhores multinacionais para se trabalhar )

Mas o que faz com que trabalhar nessas empresas seja tão agradável? Isso varia de empresa para empresa, mas o fio condutor em todos elas é, ao que parece, fazer com que todos os funcionários, não importe a função, se sinta tão importante quanto o ‘big boss’. Mas, segundo a publicação, três pontos pesaram na hora da escolha: o grau de confiança dos funcionários na administração, o orgulho de trabalhar na empresa e o sentimento de camaradagem no ambiente de trabalho, demonstrando que todos estavam trabalhando por um objetivo comum.

Foram levadas em conta também algumas qualidades específicas de determinadas empresas. É o caso da filial canadense da Microsoft, onde os trabalhadores têm 40 horas pagas anualmente para utilizar em atividades de voluntariado, ou a do presidente da NetApp, que chama cerca de 30 funcionários a cada semana para agradecer-lhes pelo seu trabalho.

Para fazer parte da lista, as empresas tinham que ter pelo menos 5.000 funcionários em todo o mundo, com 40% deles lotados fora do seu país de origem. O instituto avaliou uma série de fatores para o ranking, incluindo benefícios de saúde e volume de negócios. Uma das razões que fez com que a NetApp fosse incluída no ranking, de acordo com o USA Today, foi o tratamento dado aos funcionários que tiveram de deixar a empresa em 2009, quando a companhia cortou sua força de trabalho em 5%. Os diretores se reuniram pessoalmente com os trabalhadores e apresentaram um vídeo onde o presidente explicava as razões por trás das demissões.

Talvez o mais surpreendente no ranking é que os salários pagos ficaram bem abaixo de outros atributos em importância. Respeito pelos líderes da empresa, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho, o tipo de trabalho que os funcionários estão realizando e a qualidade da relação entre funcionários e liderança pesaram mais do que os salários na hora da avaliação.

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